Um vídeo que circula em grupos de WhatsApp tem chamado atenção e fez com que Coletivo Frida, organização de defesa dos direitos humanos, em conjunto com a Comissão de Diversidade Sexual da Subseção da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Floriano, no Piauí, emitissem uma Nota de Repúdio direcionada à agência local do Banco do Brasil. O motivo é uma alteração incomum e considerada suspeita na numeração das cabines de atendimento do estabelecimento. De acordo com as imagens, usuários da agência bancária notaram uma quebra intencional na sequência numérica dos guichês. Nas cabines de atendimento, a ordem cronológica segue normalmente com os números 21, 22 e 23.
No entanto, o guichê seguinte, que deveria receber o número 24, foi identificado com a numeração 42. Logo após o guichê modificado, a sequência original é retomada com os números 25 e 26. A pergunta que fica é: Esse seria um caso de homofobia institucionalizada ou erro não intencional? Historicamente associado de forma pejorativa, jocosa e homofóbica a homens gays (uma herança do tradicional “Jogo do Bicho”, onde o número representa o veado), o número frequentemente é alvo de boicote ou exclusão por condutas discriminatórias.
Em resposta ao Oxen, a gerência do banco afirmou que a atitude isolada contraria totalmente as diretrizes do Banco e da gestão da unidade. O funcionário responsável foi advertido, a numeração da cabine foi corrigida e o caso foi enviado para a nossa gestão de pessoas para apuração e responsabilização.






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